Título :  Quando As Luzes Se Apagam
Título Original: Lights Out
Ano:  2016
Lançamento no Brasil: 18 de agosto de 2016
Direção: David F. Sandberg
Duração:  1h21min
Gênero: Terror
Elenco: Teresa Palmer, Maria Bello, Billy Burke, Alexander Dipersia, Gabriel Bateman
Nacionalidade: Reino Unido
Distribuidor Brasileiro: Warner Bros
Assistido: Cinema Cinepólis ( Ingresso R$24,00 - Sábado)


Sinopse: Desde que era pequena, Rebecca tinha uma porção de medos, especialmente quando as luzes se apagavam. Ela acreditava ser perseguida pela figura de uma mulher e anos mais tarde seu irmão mais novo começa a sofrer do mesmo problema. Juntos eles descobrem que a aparição está ligada à mãe deles, Rebecca começa a investigar o caso e chega perto de conhecer a terrível verdade.


“Você estava certo em ter medo do escuro”

E o que me tirou completamente do estresse de uma manhã conturbada deste sábado de 20 de agosto de 2016, foi Quando As Luzes Se Apagam. Sério, tive uma manhã daquelas. E nada melhor que um bom filme de terror com muitos sustos para relaxar e sair revigorada do cinema. Pronta para qualquer parada. Sim, cinema me acalma. Me sinto em casa. 


Quando As Luzes Se Apagam é um longa metragem que surgiu por causa do curta Lights Out de David F. Sandberg, que fez o maior sucesso na internet, conquistando muitas pessoas. O longa é produzido por James Wan (Invocação do Mal e Sobrenatural).

 Um curta/longa que impressiona pela criatividade e simplicidade e que dá muito medo pelo simples fato de brincar com o se.. e se tivesse alguma coisa ali?. Brinca com o medo e a imaginação. Pois quem nunca teve medo do escuro em um momento da sua vida. Aquela sensação que tem algo ali, um vulto, uma sombra. Né? Então David acertou em cheio com a premissa. O longa não decepciona, assim, como o curta é envolvente, sombrio e preciso. Assista o curta-metragem  clicando aqui.


Na trama iremos conhecer uma família completamente desestruturada. Rebecca ( Teresa palmer) hoje mora sozinha e tem uma relação muito difícil com sua mãe Sophie (Maria Bello) que tem depressão e parece ter inicio de esquizofrenia, parou de tomar os remédios e está completamente fora da realidade. Mora com seu filho caçula Martin (Gabriel Bateman). E ainda está passando pelo luto de seu marido. Sophie fala sozinha, e isto está assustando muito seu filho, que também tem medo do escuro e não consegue mais dormir a noite, pois está sendo assombrado por algo que está presente sempre que desliga as luzes.


“Toda vez que apago a luz, há uma mulher. Ela se chama Diana.”

Quando é pego dormindo na sala de aula, sua irmã Rebecca é chamada. E percebe que tem algo errado, pois ela já passou por aquilo quando criança. Sua mãe já entrou várias vezes em crise, e toda vez que isso acontece coisas estranhas domina o ambiente. Vultos no escuro, mãos a tocando, e até machucando. Nesta casa a escuridão é o pior inimigo e pesadelo. Para Sophie parece que a escuridão em dobro, interna e externa.


Com o desenrolar do filme, Rebecca vai desvendando segredos do passado da sua mãe no tempo que ficou internada em um sanatório e de uma possível amiga chamada Diana. E descobre que talvez eles não estejam sozinhos e muito menos seguros.
O filme te prende do inicio ao fim, é um susto atrás do outro, você não descansa. Fica o tempo todo de olhos vidrados esperando o próximo passo dos personagens e da entidade, que te apavora só com sua silhueta.

“Mas se ela está morta, como poderia estar fazendo isso?”

Os personagens foram muito cativantes. Gostei de todos. A mãe desorientada e completamente perturbada, o filho mesmo com muito medo, se tornou muito corajoso, e o mais legal que aqui os papeis estão invertidos. Não é a criança que tem o amiguinho imaginário, e sim a mãe. A Rebecca e seu namorado Bret (Alexander Dipersia) deram um show. Ela é uma jovem independente, decidida e muito corajosa, mas que nos passa todo o pavor nas suas expressões quando a Entidade/Diana está por perto. O namorado é o fofo da história, arrancou vários risos e grito da platéia, pois ele conquistou tanto a gente que não queríamos que nada acontecesse com ele.


Fui surpreendida nos acontecimentos, pois quando você pensa que vai acontecer de um jeito, acontece completamente diferente. Isso foi muito legal. Totalmente imprevisível. A história se passa maior parte do tempo na casa de Sophie. O filme conta com jogos de luzes que faz toda a diferença, pois a entidade só se manifesta no escuro, então para se protegerem, eles tentavam tudo que estava no seu caminho, velas, lâmpadas, lanternas e etc. E deu muito certo esta estratégia de usar vários tons de iluminação.

Com certeza um filme que valeu muito a pena cada centavo, o último que vi e gostei muito foi Invocação do Mal 2, que é meu queridinho. Assim como The Babadook e O chamado.

Um filme que aborda um dos medos mais recorrentes no ser humano. Medo do que não se pode ver. Do que pode está ali naquele escuro. Medo do imaginável. E a nossa mente, que é poderosa e também pode ser muito destrutiva. Ajuda bastante colocando monstros para nos assombrar.

“Todos têm medo do escuro, e é disso que ela se alimenta”

Então fica a dica de um filme muito interessante, divertido, tenso, com um final surpreendente. Rápido, assustador e envolvente. Você descobrirá o que acontece quando as luzes se apagam. Chama aquela pessoa corajosa, segura na mão e vai. Só não vale derramar a pipoca ou fechar os olhos.
  Bons sustos!

Beijos,
Até a próxima.

“Mantenha as luzes apagadas” (Diana)












10 Comentários

  1. Olá!
    Muito bom ler sua crítica. Eu estou doida para assistir Quando as luzes se apagam, mas estava com medo de ser mais um filme de terror bobo. Pelo visto não é.
    Espero gostar.
    Beijos.

    Li
    Literalizando Sonhos

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  2. Eu sou uma cagona que adora filmes de terror kkkk. Daqueles tipo que grita quando se assusta taa o olho pela metade para ver só uma frestinha da cena.
    Quero muito ver esse mais vou aguardar companhia kkkk.
    Bju
    Mar Reis

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  3. Oi Ana, tudo bom? Adorei sua review! Eu também gosto de filmes de terror e esse parece ser bom demais, tem uma premissa bem interessante. Quero muito assistir! Obrigada pela dica.
    Beijos!

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  4. Oiii Ana, como vai//
    Só pela fato de tu ser surpreendida, creio que já seja uma ótima pedida para mim assistir assim que sair do cinema, é meu gênero favorito e anotei com toda certeza.
    Beijinhos

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  5. Ooi, Ana!
    Eu nem tento assistir esses filmes de terror, até porque, na maior parte do filme nem vejo o que acontece. Sou muito frouxa pra terror! kkkkk Nunca gostei. Melhor eu passar a dica.

    Beijoos!
    http://estantemineira.blogspot.com.br/

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  6. Oie Ana...
    Eu conhecia esse filme, mas para te falar a verdade eu NUNCA iria assistir haha tenho um medo absurdo de filmes de terror. Mesmo você tendo gostado, não irei ver não..

    beijos
    Mayara
    Livros & Tal

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  7. Oi Ana, sua linda, tudo bem?
    Antes de mais nada, vou ter que elogiar a escolha do nome do filme, pois é tão óbvio e nunca vi ninguém usar antes. Quase todo mundo tem ou já teve medo do escuro. Não costumo ver esse gênero de filme, mas você me convenceu, essa história parece ser ótima.
    beijinhos.
    cila.
    http://cantinhoparaleitura.blogspot.com.br/

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  8. Eu não curto nem um pouco filmes de terror. Sou a maior medrosa de todas, e só de ver o trailer desse filme - e foi meio que por acaso - e já fiquei achando que não era mesmo meu tipo de filme. E olha que eu sei que são escolhidos momentos para chamar a atenção.
    Gostei da sua resenha, mas realmente não assistira o filme.... #medo!!!!
    Beijinhos,
    Lica
    Amores e Livros

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  9. Olá,
    Eu sou uma pessoa extremamente medrosa e por conta disso, evito todos os filmes de terror que existem no mundo kkk' Fiquei um tanto angustiada e assustada com a história desse filme e pretendo evita-lo, custe o que custar kkk' Sério. Se eu assistir, não vou dormir. Uma ponta de curiosidade surgiu para saber qual a relação da mãe com sua amiga imaginária (chega da arrepios kkk)
    Beijos,
    Delírios Literários da Snow

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